episódio 135, Luís Simões regressa

June 5, 2017

O convidado desta vez é o Luís Simões, que já cá tinha "estado" no episódio 51, dessa vez via skype, e desta vez ao vivo e a cores.

Episódio 51

A nossa conversa começou onde terminou a outra, isto é, na altura o Luís estava em Hong Kong, e o que falámos foi do que aconteceu a partir daí, e as mudanças que ele como pessoa sofreu nestas aventuras.

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episódio 134, Guilherme Duarte

May 2, 2017

O convidado desta vez é o Guilherme Duarte, autor do blogue "Por Falar Noutra Coisa", que ganhou o prémio do Blogue do Ano 2016.

Cheguei ao Guilherme através do anterior convidado João Vitória.

cadela-Guilherme_Duarte

 

A cadela do Guilherme que se ouve durante a entrevista.

Livros falados:

  • "Os Maias" de Eça de Queirós
  • "A Aparição" do Virgílio Ferreira
  • "Com o Humor Não se Brinca" do Nelson Nunes

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episódio 133, Miguel Góis

April 3, 2017

O convidado desta semana é o Miguel Góis, mais um dos membros dos Gato Fedorento.

Desta vez quem fez a ponte foi o Zé Diogo Quintela, e combinado o dia, ele veio cá a casa para conversarmos, para ter mais uma parte da história e para perceber como o Miguel reservado que é, se deixou convencer a ser uma estrela de televisão.

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Falar mais Criativo - episódio 37, Liderança Criativa

March 16, 2017

De volta, eu e a Anita,  para o segundo da trilogia de fecho, falamos desta vez de Liderança Criativa.

O que faz um bom líder? 

Como podemos nós ser melhores líderes, e melhor liderados?

Quais os maiores erros que os líderes cometem?

Respondemos a isto e muito mais.

Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com

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episódio 132, Rui Pité aka RIOT

March 6, 2017

O convidado desta vez é o Rui Pité também conhecido como DJ RIOT, membro fundador dos Buraka Som Sistema.

Tive a sorte de encontrar o Rui no meu local de trabalho, e fiz logo questão de lhe dar os parabéns pelo magnífico concerto de despedida que os Buraka tinham dado em Belém, e claro de o convidar a participar no podcast, ao que acedeu sem hesitar.

No dia combinado lá fui ter com ele ao seu estúdio, onde rapidamente criámos ligação e começámos a conversar, e a conversa foi longa, mais de duas horas...

 

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episódio 131, Rui Malvarez

February 6, 2017
 O convidado desta semana é o Rui Malvarez da Produtora de Filmes, FIM - Forever in Movies .
Foi por causa do video viral do estudante alemão a falar sobre Lisboa que todas as pessoas, ou quase todas decidiram partilhar que fiquei com curiosidade para falar com o Rui, responsável da jovem produtora que em pouco tempo consegue fazer vários videos que atingiram a categoria de viral.
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Falar mais Criativo - episódio 36, Criatividade nas Organizações

January 19, 2017

De volta, eu e a Anita, falamos desta vez de Criatividade nas Organizações.

Este voltar será à partida, só para fecharmos o Falar mais Criativo sem ser de forma abrupta, iremos fazer três episódios, e se nada acontecer de surpreendente, acabamos por aqui.

Qualquer dúvida ou sugestão, rui@falarcriativo.com ou emaildamais@gmail.com

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episódio 130, Jorge Coelho

January 2, 2017

O convidado desta semana é o Jorge Coelho, ilustrador, e um dos portugueses que desenha para a Marvel.

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episódio 129, Companhia Mascarenhas-Martins

December 5, 2016

Os convidados desta vez são a Maria Mascarenhas e o Levi Martins, que fundaram no Montijo uma associação cultural, a Companhia Mascarenhas-Martins.

 

Livros falados:

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episódio 128, Zé Diogo Quintela

October 31, 2016

O convidado desta semana é o Zé Diogo Quintela, escritor de humor, um dos membros dos Gato Fedorento, e ao qual cheguei através do anterior convidado Ricardo Araújo Pereira.

No dia combinado lá fui ter a casa do Zé Diogo, e logo à chegada conheci o seu cão que coincidência das coincidências também se chama Rui, como eu. Como algumas pessoas sabem, eu também já fui treinador de cães, é algo que ainda gosto bastante, e foi o tema de conversa antes de os microfones começarem a gravar.

A simpatia e educação são para já um elemento comum entre dois dos elementos dos Gato Fedorento, e para mim que sempre fui fã, tem sido um privilégio conhecer pessoalmente tanto o Zé Diogo como o Ricardo. Tenho algumas conversas com pessoas que me dizem, algo que eu também achava, que as pessoas boas nunca se safam, que é preciso ser sacana para conseguir algo na vida, e aqui tenho prova absoluta do contrário, de que os "bons" também ganham sem ser nos filmes, pois o sucesso que eles tiveram no nosso país, só poderá ser comparado, em termos de popularidade com um Cristiano Ronaldo.

Existe aquela expressão que diz que "demora muito tempo a criar um sucesso de um dia para o outro", e aqui é bem verdade, pois quando a popularidade e o reconhecimento pelo público em geral surgiu, ele já escrevia humor há algum tempo.

A centelha que fez com que tudo começasse, foi uma coisa que chamo a "arrogância boa", aquele momento em que achamos que sabemos fazer melhor algo que outros fazem, e no caso do Zé Diogo foi o achar que conseguiria escrever melhores fins de piada ( punchlines) que os escritores da série Friends, esse exercício de ouvir o que foi dito, e conseguir imaginar algo que para ele tinha mais graça.

Decidiu enviar uns textos para as Produções Fictícias, conseguiu entrar, e segundo a sua modéstia, hoje em dia é muito mais difícil conseguir um trabalho destes tão facilmente uma vez que a concorrência de quem escreve é muito maior, apesar de nem toda ser boa, há muita que o é.

A versão da história não é diferente do que a que o Ricardo contou, a história é a mesma, porém, a motivação que o levou a aceitar o desafio de fazer stand up pela primeira vez, foi a de não querer ficar para trás, de não se querer arrepender por não ter ido, diz que é uma característica sua.

Referiu-me na troca de emails antes da entrevista, que não sabia se tinha algo de tão interessante para partilhar sobre o processo criativo de escrever humor, mas aquilo que partilhou durante a entrevista, mostra bem o contrário, que percebe do seu ofício, e mais importante ainda, sabe quais são as rotinas que o fazem ter ideias, e disciplina-se para as cumprir. A disciplina é de facto uma ferramenta essencial para a criatividade, não é tão romântico falar nisso, gostamos de cultivar um cenário onde de repente faz-se luz e "A" ideia surge, e tudo é fácil a partir daí.

Gostei muito de ter esta conversa, quando ouvirem vão perceber que construir um projecto à escala que os Gato Fedorento conseguiram fazer, surge porque existe amizade, respeito, saber, profissionalismo, obstinação de querer ver as suas ideias concretizadas, sem nunca almejar à fama, esse resíduo de ser conhecido por um trabalho bem feito.

Há coisas que me ficaram desta conversa, o perceber que nenhum deles queria exposição, que isso, foi o preço que pagaram para conseguir fazer humor do qual se orgulham, que é preferível fazer menos coisas sabendo que se pode fazer mais do que ter tanto para fazer que nos esgotamos e queremos fazer menos, e que o sucesso que vale a pena é o reconhecimento pelos nossos pares.

Vamos ver se consigo completar a caderneta, e entrevistar os restantes elementos.

Livros referidos

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