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Category: Arts

O falar criativo é o podcast sobre ideias, o processo criativo das pessoas de diferentes áreas, mas que em comum têm o facto usar as ideias para produzir algo de valor.

April 20, 2019

Simplesmente recomeçar

É simples, respirar, aceitar e recomeçar. Sem amarras, sem "ses" e "talvezes".

April 17, 2019

Conversas sobre Ética no Desporto 2019, episódio especial

No dia 5 de Abril voltou a acontecer no Colégio Marista de Carcavelos, organizado pela Associação de Pais, em colaboração com a Coordenação do Desporto a “conversa” sobre ética e quais os valores que queremos ter no desporto.

Os convidados desta vez foram André Carvalho, Membro do gabinete de coordenação do PNED; Inês Vigário, Psicóloga do Desporto e do Exercício; José Taira, Ex-jogador de Futebol, Internacional A e Treinador Grau III UEFA A e Deolinda Sousa, Presidente do Clube de Futebol de Sassoeiros.

Eu fui o moderador, e muito aprendo sobre estas questões nas quais tenho bastante interesse, espero que gostem.

Episódio da anterior edição.

 

Site do PNED.

Página da Inês Vigário.

Página do Clube de Futebol de Sassoeiros.

April 14, 2019

Não és especial

Não sabes o que escolher para a tua vida neste momento? Escolhe contribuir para a vida de alguém vais encontrar montes de soluções.

April 5, 2019

Pensar e duvidar

Dúvida pode ser começo, faísca, mas não pode ser o combustível, não arde, mas queima-nos.

April 2, 2019

episódio 155, Tiago Pereira

O convidado desta vez é o músico, realizador, entre outras coisas, Tiago Pereira.

O Tiago tem um projecto muito interessante já há vários anos chamado A Música Portuguesa A Gostar Dela Própria, e a propósito do piquenique que vai acontecer no próximo domingo dia sete de Abril, em Viana do Castelo, decidimos falar sobre o processo dele, o que faz como faz e porque faz.

A memória é sem dúvida algo importante para ele, e, hoje em dia muitas pessoas consideram a memória como algo pouco relevante numa era de agendas, telemóveis e afins, tornam quase obsoleto o acto de recordarmos, e de partilharmos essas lembranças, desenrolando o fio que são as nossas memórias, com os outros.

A tradição oral não tem, na minha opinião, como substituto a tecnologia, podem e devem ser parceiros, ajudarem a tornar mais rica a experiência.

Ver uma foto, e associada a ela um avô contar um história é sem dúvida mais marcante do que ver um filme 3D da mesma situação.

Não sou contra a tecnologia, sou contra o deitar fora tradições que não têm substituto.

Por isso, é ir ao piquenique que vai acontecer no próximo domingo dia sete de Abril, em Viana do Castelo ouvir cantares, histórias e memórias.

Livros referidos:

Agradecimento especial à Rita Marques da Impacthouse pela cedência do espaço para a entrevista.

March 31, 2019

Atitude e perspectiva

Posso não mudar a situação, mas posso sempre mudar o modo como olho para a mesma.

March 23, 2019

Confiar em mim

O grande desafio é tentar depois de não ter corrido bem, se não correu bem da primeira vez que tentamos algo, porque razão devemos confiar em nós nos próximos momentos importantes?

March 18, 2019

episódio 154, Tomás Wallenstein

O convidado desta vez é o Tomás Wallenstein, vocalista dos Capitão Fausto, banda de rock português que lançou no dia 15 de Março o álbum “A invenção do dia claro”.

Capa do disco

Já havia algum tempo que eu queria falar com alguém da banda, surgiu a oportunidade devido à promoção que está a ser feita do novo disco, e aí fui eu ao estúdio deles para conversar.

Gosto da música que eles fazem, penso que só os conheci por alturas do seu segundo álbum, mas desde aí tenho seguido o que fazem, por isso foi para mim um privilégio ter quase uma hora para conversar com o Tomás.

Capitão Fausto, foto de Matilde Travassos

Não sabia muito bem o tipo de pessoa que ele seria, se seria fácil de falar, se seria reservado, mas a conversa acabou por acontecer com naturalidade, a mesma naturalidade com que o Tomás fala de terem começado a banda, como era preciso alguém escrever letras para as músicas e ele decidiu experimentar.

Se tivesse de escolher uma palavra que retém o que guardei para mim, seria começar.

Não senti qualquer tipo de ansiedade, de pressão para a música deles ter de ser assim ou assado, fazem a música que gostam e acreditam, e sente-se que a ligação entre os membros da banda é forte, com os mesmos ingredientes que uns Gato Fedorento, onde não há vedetismo, apenas partilha e gozo de fazerem música juntos.

Livros referidos no episódio:

March 16, 2019

Pedir e dar permissão

Porque é que não pensamos como fazer brilhar os outros em vez de os ofuscar? 

March 9, 2019

Ser hoje e tornar-me amanhã

Fazes porque gostas, ou vives a esperar por algum resultado? conta-me rui@falarcriativo.com